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O Relatório Leuchter



Este texto de maneira nenhuma tem a pretensão de esgotar o assunto, aponta apenas alguns aspectos deste relatório. Cabe a você adquirir um conhecimento mais completo lendo “Acabou o gás – o fim de um mito”, de S. E. Castan, editora Revisão.

Fred A. Leuchter Junior é um engenheiro que reside em Boston, Massachusetts, e especializado me projetos e construção de equipamentos usados nas prisões de todos os EUA. Um de seus projetos principais foi uma câmara de gás na Penitenciária do Estado de Missouri, em Jefferson City.

O sr. Ernest Zündel, então defendendo-se em seu julgamento, movido pelos sionistas por causa de seu livro revisionista (tal qual aqui no Brasil com o sr. S. E. Castan), solicitou ao Sr. Leuchter que fizesse um laudo técnico sobre as supostas câmaras de gás em Auschwitz, Birkenau e Majdanek.

Partiu então o sr. Leuchter e sua equipe no dia 25 de fefereiro de 1988, retornando 8 dias depois.

Seu relatório de 192 páginas era claríssimo: Eram muitas as provas que não houveram execuções em massa por câmaras de gás nestes campos.

Sua metodologia foi a seguinte:

1 - Um estudo de antecedentes gerais de material disponível.

2 - Uma inspeção e exame forense, in loco, das instalações em questão, que incluíam a tomada de dados físicos (medidas e informações sobre a construção) e uma retirada de considerável quantidade de material-amostra físico, (tijolos e argamassa) que foi enviada para os EUA para análise química.

3 - Um exame dos dados logísticos registrados e visuais (in loco).

4 - Uma compilação dos dados adquiridos.

5 - Uma análise da informação adquirida e comparação com projetos conhecidos e comprovados, requisitos de projeto, fabricação e operação de câmaras de gás e crematórios existentes realmente.

6 - O exame das análises químicas dos materiais colhidos in loco.

7 - Conclusões baseadas nas provas adquiridas.

O sr. Leuchter prestou seu depoimento no julgamento do Sr. Zündel em 20 e 21 de abril de 1988. Na véspera, o diretor da Penitenciária de Missouri, Bill Armontrout explicou o processo e o funcionamento de uma câmara de gás de cianureto. Demonstrou o quanto é difícil executar UMA ÚNICA pessoa deste modo, que a alegada execução de milhares de pessoas pelos alemães utilizando o gás Zyklon-B, equivalia ao problema da quadratura do círculo.

Após, veio o Dr. James Roth, Ph.d. (Universidade Cornell), diretor dos Laboratórios Analíticos Alpha, em Ashland, Massachusetts. Este declarou que os resultados foram obtidos com exames das paredes, pisos e tetos e demais superfícies dentro das alegadas câmaras de gás. Estes exames revelaram ou nenhum ou baixíssimos índices de cianureto, à exceção da sala de despiolhamento n° 1, em Birkenau. A diferença entre esta sala e as alegadas câmaras de gás eram astronômicas.

O relatório também destacou a fragilidade da construção das aberturas e portas que davam para a câmara e a falta da mancha azul de Prússia nas paredes.

Vejamos algumas partes interessantes:

- Uso de HCN e Zyklon B como fumigantes

O gás de cianureto de hidrogênio (HCN ou ácido hidrocianídrico) tem sido empregado como fumigante desde a primeira guerra mundial. Foi usado justamente com vapor e ar quente durante a Seg. Guerra Mundial com DDT pelos EUA e seus aliados.

Esse procedimento tem sido empregado para controle de insetos e pragas nos navios, edifícios e em câmaras e edificações especialmente projetadas, ou seja, contra pestes e tifo, de ratos e piolhos. O projeto especial e as considerações de emprego têm que ser assegurados para garantir a segurança de quem os usa (técnicos).

O Zyklon-B foi um preparado comercial contendo HCN.

Após a fumigação a ventilação da área deve levar um mínimo de 10 horas, dependendo da localização e volume, e, ainda mais se o edifício não tiver janelas nem exaustores. A área fumigada deve ser em seguida examinada quimicamente quanto à presença de gás antes que alguém entre nela.

Uma roupa química completa deve ser usada para impedir a contaminação epidérmica.

O Zyklon-B não é indicado para câmaras de gás, por causa do tempo que o gás requer para ser retirado do portador inerte. Nos EUA nenhum sistema usa ou jamais uso esse gás.

- CO e CO2

Ademais, existem as alegações de uso de CO ou CO2 nas execuções. O CO é uma gás de execução fraco, leva 30 minutos ou mais para causar a morte. Esse gás também requer uma pressurização da câmara em 2,5 atmosferas. O CO2 é ainda mais fraco. Tais gases seriam produzidos por um motor diesel, supostamente. Ocorre que os motores diesel emitem baixa taxa de gás carbônico, o que faria necessário uma pressurização ainda maior.

- Critérios para projetos de instalações

Em primeiro lugar, a câmara deve ser um vaso soldado e testado quanto à pressão, pintada com tinta neutra (epoxy) ou revestida de aço inoxidável ou plástico (PVC). As portas devem ser gachetadas com asbestos, neoprene ou teflon. Nas janelas deve-se usar selador de neoprene ou alcatrão. A expressão ‘selar’ tem dois sentidos: primeiro evitar a evasão do gás; segundo, tornar impermeáveis as superfícies porosas expostas.

Em segundo lugar, a instalação deve ter um gerador de gás ou sistema de distribuição que force o ar aquecido sobre o Zyklon-B.

Em terceiro lugar a instalação deve ter meios para evacuar a mistura venenosa gás/ar. Isto requer ventiladores de exaustão e uma torre/chaminé de no mínimo 13m de altura. Claro que isto representa um problema proporcional ao tamanho da área: quanto maior esta, mais e maiores ventiladores serão necessários.

A temperatura nas paredes deve ser 10° superior à temperatura de fervura do HCN (27,5°C), para evitar a condensação deste.

Efeitos do HCN, variando com a concentração: irritação de pele e coceira, irritação nos olhos, visão turva, danos permanentes aos olhos, náuseas inespecíficas, dor de cabeça, tontura, vômitos, enfraquecimento, respiração rápida, queda da pressão sangüínea, inconsciência, convulsões, morte, sintomas de asfixia, dispnéia, ataxia, tremores, coma, perturbação do metabolismo oxidante.

O simples manejo de cadáveres mortos por este produto pode trazer qualquer dos sintomas acima ao manuseador, se este não estiver com a devida roupa completa de proteção, que inclui cilindro de ar.

- Crematórios

Os empregados nas instalações alemãs eram do tipo antigo, de tijolos vermelhos e argamassa, forrados com tijolos refratários. Todas as fornalhas tinham retortas múltiplas, algumas com insufladores de ar, embora nenhuma com combustão direta. Nenhuma dispunha de pós-queimadores e eram todas de coque, exceto uma instalação que não mais existe, em Majdanek.

Nenhuma das retortas inspecionadas e examinadas em todas as localizações fora projetada para a incineração múltipla de cadáveres. Devemos reparar que a menos que sejam especificadamente projetada para mais elevada taxa de calor que reduz a ossos, as retortas não consumirão o material colocado em seu interior. Os crematórios modernos queimam a 2000°C. Os alemães, queimavam a 1600°C, e de maneira disforme, pois a alimentação era manual e a temperatura oscilava.

- Os números

Ainda que fosse verdade as execuções por gás, os números da história oficial são totalmente inconsistentes.

Os cálculos do relatório:

Nas instalações indicadas se conseguiriam no máximo 94 execuções por semana.
Nos crematório cremariam-se no máximo 286 pessoas/semana (na teoria) e 125 pessoas por semana (na prática).

94 por semana, 52 semanas em um anos, 5 anos de funcionamento, teríamos um máximo de 24.440.

Ainda que fosse verdade, de 24.440 para 6.000.000 tem uma grande distância!


CONCLUSÂO

Após passar em revista todo o material e inspecionar todos os locais em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, este autor verifica que as provas são esmagadoras. Não houve câmaras de gás para execução em qualquer destes locais. A mais completa opinião do autor é a de que as alegadas câmaras de gás nos locais inspecionados não poderiam ter sido então, nem poderiam ser agora, usados ou seriamente levados em conta para funcionar como câmaras de gás para execução.

Preparado neste dia 5 de abril de 1988, em Malden, Massachusetts.



Fred Leuchter Associates
Ass. Fred A. Leuchter Jr.








A prisão de Fred Leuchter

Em 1993, Fred Leuchter, o engenheiro norte-americano especialista na fabricação de câmaras de gás e outros sistemas para a execução de criminosos nos EUA foi preso. Criador do Relatório Leuchter, uma investigação independente e pericial no campo de concentração de Auschwitz, na qual provava a impossibilidade de execuções por câmaras de gás e a inexistências de tais câmaras neste campo de concentração. Os jornais, os poucos que comentaram a prisão de Fred, disseram que ele havia sido preso ao desembarcar na Alemanha. Fred Leuchter havia sido preso sim, mas não no aeroporto ao desembarcar conforme falsamente informado, e sim, dentro do estúdio da TV de Köln (Colônia), no dia 28/10/93, numa ação que envolveu nada menos que 20 policiais armados.

A prisão deste ilustre especialista aconteceu momentos antes de sua esperada participação num dos mais populares programas de TV alemã, conduzido pela famosa apresentadora Margarethe Schreinemacker, que possui uma audiência média de 7.650.000 espectadores.

Leuchter havia sido convidado e sua participação vinha sendo anunciada, fato que fazia prever uma audiência bem maior, pelas revelações de um expert do assunto, e que iam ser apresentadas pela primeira vez, em mais de 48 anos, ao povo alemão.

O chefe da operação policial “justificou” a ação, dizendo que o aparecimento de Leuchter na TV prejudicaria a imagem da Alemanha no exterior... Esta desculpa, apesar de totalmente esfarrapada, estava correta: O mundo sionista no exterior não ficaria contente. Em compensação haveria milhões de alemães que se sentiriam aliviados da terrível culpa coletiva falsamente jogada sobre seus ombros pelos deformadores da história.


 



VIDEOS - O Relatório Leuchter

Ernst Zundel entrevista Fred Leuchter sobre o trabalho realizado, em 1988, no antigo campo de concentração de Auschwitz, situado na Polónia.











David Cole: Um judeu que foi atrás da verdade


Como milhões de outros americanos, o jovem David Cole acreditava realmente na lenda do “holocausto". Como judeu, seus sentimentos de indignação, evidentemente, eram ainda maiores. Ao ler, porém, o Relatório Leuchter, Cole ficou tomado de espanto e totalmente confuso. Tomou então sua câmera de vídeo e rumou para Auschwitz, para verificar, pessoalmente, a veracidade ou não dos fatos apresentados até então. Os depoimentos e as imagens captados por este jovem à procura da erdade, revelaram-se um dos mais importantes documentos da história atual: a coroação do trabalho de pesquisas que sendo realizado por inúmeros historiadores revisionistas em todo o mundo.

Evidentemente que a pessoa mais importante das que foram entrevistadas por Cole foi o próprio diretor do Museu de Auschwitz, o Dr. Fransizek Piper. Após as explicações de que as “mortíferas câmaras de gás” foram construções de pós-guerra, feitas pelos soviéticos, Piper demonstrou, frente à câmara, detalhes de como as “câmaras de gás” foram fabricadas: paredes foram removidas (a câmara mostra as marcas no chão e complementa com a planta original), aberturas foram feitas no forro e chaminés foram instaladas no teto para que o gás Zyklon-B fosse lançado para dentro, tudo para que o prédio pudesse ser mostrado aos turistas do mundo como prova do “holocausto”.

Mas o Dr. Piper vai além. Ele descreve outras “provas” da chamada “solução final” que foram fabricadas. Ele comprova o uso do Zyklon-B unicamente no despiolhamento das roupas dos internos e – como judeu, falando francamente a outro judeu – concorda que as descobertas e provas do expert Fred Leuchter, feitas à sua revelia, são corretas! (Leuchter provou, através de testes científicos feitos em laboratórios, a não-utilização de Zyklon-B nas alegadas “câmaras de gás” – Veja o livro Acabou o Gás, da Revisão Editora).

No vídeo, David Cole explica que quando chegou à Europa, no outono de 1992, para fazer suas próprias investigações sobre o gaseamento de judeus durante a II Guerra Mundial, pretendia trazer um documento objetivo sobre suas descobertas. Além disso, ele se pôs em campo como judeu e não como um revisionista. Seu conhecimento do assunto é muito grande e sua honestidade maior ainda. Ele diz saber que para os alemães é totalmente impossível pesquisar sobre esta fraude do “holocausto”: as suas próprias leis lhes proíbem isso e quem se aventurar a tanto sofrerá pena de prisão. Mas ele, como americano – e como judeu! – está livre destes impedimentos. As tomadas de vídeo de Cole demonstram que os antigos dirigentes do “museu” de Auschwitz fabricavam suas próprias provas, no sentido de sustentarem a farsa do “holocausto”. Farsa que se revelou a maior extorsão de toda a história, pois somente a Alemanha já pagou mais de um trilhão e 200 bilhões de dólares a Israel desde a criação da engenhosa “holocaust Story”, ou seja, dez vezes a impagável “dívida” externa Brasileira!

Se depender dos falsificadores da História, o final desta sangria não chegará nunca, porém o Revisionismo Histórico, lenta e seguramente, está acabando com este trilhonário e macabro negócio.

O documentário feito por David Cole pode ser visto nos sites de vídeos como YouTube digitando as palavras chave "David Cole Auschwitz".

“Não compactuamos com a farsa de uma sociedade medrosa e covarde. Somos daqueles que não
entendem Direitos Humanos em favor de bandidos e normalmente contra policiais; nós somos
daqueles que repelem, veementemente, o monopólio da informação e o alienamento da
intelectualidade.”




"Israel como um Estado judeu constitui um perigo não apenas a si mesma e a seus habitantes, mas a todos os judeus, e a todos os povos e Estados do Oriente Médio e além."

- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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